sobre_gn_1.png

Notícias

Projeto coordenado pela Compagas comprova economia de mais de 60% em relação à gasolina

 

Economia na hora de abastecer e menos poluição lançada no meio ambiente. Estas são as principais vantagens para quem usa o Gás Natural Veicular (GNV) no Paraná. Mesmo com as altas recentes no preço de todos os combustíveis, o GNV conta com uma competitividade de cerca de 40% em relação ao etanol e à gasolina. “A procura pelo GNV nos postos continua crescente. No primeiro trimestre do ano, o volume de gás natural veicular comercializado no Estado cresceu 11% e a frota paranaense com GNV alcançou a marca de 37 mil veículos”, destaca o gerente comercial da Companhia Paranaense de Gás (Compagas), Mauro Melara.

 

Na manhã desta sexta-feira (10/05), o diretor-presidente da Compagas, Rafael Lamastra, recebeu na sede da Companhia o Secretário de Estado de Planejamento e Coordenação Geral, Valdemar Bernardo Jorge. Na reunião, que durou pouco mais de uma hora, Lamastra apresentou o cenário atual da Compagas e falou sobre os principais desafios e perspectivas para a empresa para os próximos anos. Participaram também da reunião, o gerente de Planejamento da Compagas, Guilherme Bedene, o gerente Comercial, Mauro Melara, a gerente de Marketing, Patricia Alberti, e o assessor Alexandre Lopes de Lima.

 

98% das propostas foram selecionadas para esta etapa do processo. 

As cinco concessionárias de distribuição de gás natural canalizado que atuam nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste e que são atendidas pelo GASBOL definiram a lista de supridores selecionados para continuidade do processo de chamada pública. A lista com a identificação de supridores não será divulgada nesta etapa. 

Das propostas recebidas, 98% foram selecionadas para a segunda etapa do processo. Dentre os selecionados, estão relevantes players da indústria do gás mundial além de produtores locais e comercializadores. A previsão de conclusão desta segunda etapa é final de junho, quando iniciarão as negociações dos futuros contratos de suprimento.

As análises preliminares desenvolvidas demonstram que as propostas recebidas atendem a todas as demandas estabelecidas na primeira fase da chamada pública, com expectativa de competição pelo suprimento em todos os lotes divulgados.

 

Objetivo da Companhia é atender mais indústrias na região

 

A Região Norte do Paraná responde pelo segundo maior PIB (Produto Interno Bruto) Industrial do Estado*, gerando cerca de 25% do total de empregos industriais, dados que ficam atrás apenas da Região Metropolitana de Curitiba. Além disso, de acordo com dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) é grande o potencial de consumo de gás natural na região. De olho neste mercado, a Companhia Paranaense de Gás - Compagas iniciou uma ação estratégica com o objetivo de ampliar sua atuação na região.

"A primeira fase deste trabalho contempla um levantamento sobre o potencial energético dos maiores municípios do Norte paranaense considerando a localização dos consumidores, os combustíveis utilizados e sua competitividade frente ao gás natural, para avaliarmos qual a demanda a fim de ampliar a atuação da Companhia", explica Rafael Lamastra, diretor-presidente da Compagas.

 

Diretores das cinco concessionárias de distribuição de gás natural canalizado que atuam nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste e que são atendidas pelo GASBOL reuniram-se quarta-feira (3/4), em Campinas (SP), para analisar preliminarmente as propostas recebidas na Chamada Pública para aquisição de gás natural. O prazo de entrega das propostas terminou no dia 29 de março e foram recebidas 51 propostas, de 15 empresas diferentes, fato que surpreendeu positivamente os executivos.

Dentre as empresas que apresentaram propostas estão seis players globais, três comercializadoras, três de gás de síntese/renovável e três de GNL small scale. A previsão de conclusão desta etapa de verificação da aderência/conformidade das propostas ao edital é final de abril. A segunda etapa tratará do nivelamento das propostas e da solicitação de eventuais informações complementares, o que tem prazo estimado de 90 dias para ser finalizada. A terceira etapa já é a fase de negociação individual de cada distribuidora com as empresas, já que a chamada é coordenada pelas distribuidoras, mas os contratos são individuais e baseados nas necessidades de cada companhia.

Participaram da reunião, Antonio Rafael Cereser Pezzella, diretor-presidente da Sulgás, Rafael Lamastra Junior, diretor-presidente da Compagas, Walter Fernando Piazza Junior, diretor presidente da GasBrasiliano, Bernardo Celestino Prates, diretor técnico e comercial da MSGas e Rafael Rodrigo Longo, diretor técnico-comercial da SCGás.

 

Compartilhar